Elias Daher, psicanalista

Segurança jurídica

A Psicanálise não possui um órgão regulador como o conselho de medicina ou psicologia, mas está presente na CBO – Classificação Brasileira de Ocupações, sob o código 2515-50. Caso o profissional esteja registrado em alguma associação ou órgão de classe, ele estará sujeito ao código de ética da instituição, o que representa uma segurança a mais para o paciente.

Durante uma sessão de psicanálise não pode haver julgamento: o profissional está ali para compreender seus mecanismos psíquicos sem fazer juízo de mérito, respeitando a individualidade do paciente.

  • Todos os credos e estilos de vida devem ser respeitados no setting psicanalítico.
  • O sigilo profissional será obrigatório dentro da profissão psicanalítica.
  • O psicanalista deve interromper o tratamento quando se vê impossibilitado de produzir os progressos esperados.
  • O tratamento é construído com base na confiança. O paciente tem ampla liberdade para escolher o profissional ou interromper o tratamento se julgar oportuno, sem precisar dar satisfação do motivo.
  • O terapeuta deve possuir alvará municipal, devidamente registrado e em dia com o pagamento dos impostos.
  • Jamais o psicanalista poderá testemunhar contra clientes ou ex-clientes
  • O artigo 5.º da Constituição Federal de 1988 prevê o livre exercício profissional, desde as qualificações profissionais definidas por lei sejam atendidas (regulamentação).
  • Em nenhuma hipótese, o psicanalista poderá prescrever fármacos. Esta atividade é exclusiva do médico.